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Saturday, December 04, 2004
agarra-me enquanto o tempo é nulo.
agarra-me enquanto o tempo é nulo. agarra-me agora, antes que o relógio dê mais um minuto, quando o relógio se mexer a cidade vai acordar, o caos vai começar outra vez. vai acontecer tudo de novo, quando o relógio se mexer vamos voltar á monotonia do cigarro, voltar a ser espectadores de toda aquela rotina que toda a gente usa. não, eu não quero isso, agarra-me, protege-me, não me deixes cair outra vez, nunca mais me deixes cair. agarra-me, abraça-me. transforma-te em notas tocadas no piano e canta-me, torna-me em música, mesmo que ninguém goste dela.
agarra-me enquanto o tempo é nulo, quando o relógio se mexer a dança dos pássaros vai acabar, aquela dança sincronizadamente livre, aquela dança que só me faz desejar ter asas, para ver mais de perto, para fazer parte, para fugir de vez. não olhes só para mim, agarra-me, aproveita enquanto podemos ser felizes na inexistencia de tempo que se encontra à nossa volta, podemos ser as únicas pessoas verdadeiramente felizes neste mundo.
podemos passear pelas infinitas ruas das nossas cabeças, podemos passear pelas infinitas ruas do nosso amor, podemos passear pelas infinitas ruas da nossa liberdade. sim, podemos ser livres, não te esqueças, o tempo é e sempre será nulo, enquanto me agarrares e me protegeres. protege-me do mundo que me rodeia, protege-me de tudo, eu posso fazer o mesmo por ti, podemos juntar os nossos mundos para nos agarrar-mos.
dá-me a tua mão, acende mais um cigarro, dá mais um passo ao meu lado, cria mais um mundo ao meu lado, só para eu ver... mais uma vez, antes que te vás embora de mim de vez, porque o relógio nunca pára, porque o mundo não pára, por mais que eu queira...
foge comigo, vamos deixar uma marca no mundo, vamos fugir para onde não exista tempo e não exista tristeza, onde não precisamos de chorar, onde só precisamos de amar. só para gostar-mos, para gostar-mos de viver, para dormir-mos, para acordarmo-nos um ao outro com um beijo, mas só um... porque um dia vais ser tu, vai ser alguém como tu que me vai preencher de vez, porque eu sinto-me vazio, sinto-me incompleto. só apartir de sonhos em que te vejo é que alguém me agarra, só apartir de sonhos em que te vejo o tempo se torna nulo... por isso volta, porque preciso de voar em sonhos, pelo menos em sonhos... e só contigo consigo voar, porque tu levas-me contigo...
/me on pluto e ornatos violeta.
Posted at 02:46 pm by tristeza
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Friday, December 03, 2004
nirvana- endless. nameless
Silence
Here I am
Here I am
Silent
Bright and clear
It's what I am
I have
Died
Uhhh...(4x)
Death
With violence
Excitement
Right here
Died
Go to hell
Here I am
Right here
Oww.....
No mas(4x)
Death
Is what I am
Go to hell
Go to jail
In back of that
Crime
Here I am
Take a chance
Dead
Die
de que serve lutar por algo que nunca posso ser? de que serve sofrer por ser menos? ontem cheguei a uma conclusão, uma resposta... afinal o mundo nunca foi injusto para mim, fui eu que fui injusto para ele em ter nascido. eu queria ser um bocado mais, talvez um bocadinho, um bocadinho só chegasse... mas não posso, não posso porque sou menos.
desisti de lutar, pelo menos por pessoas, desisti de lutar por sentimentos. vou ficar á espera que alguém ou alguma coisa lute por mim, o que nunca vai acontecer, eu não sou "prémio" que falha uma luta, eu não valho nada e as pessoas que me conhecem por mais que digam que não sabem muito bem que é verdade.
não tenho mais nada a dizer.
/me on nirvana- rape me
Posted at 05:04 am by tristeza
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Wednesday, December 01, 2004
are you afraid to die? - it scares hell out of me...
she never loved me, why should anyone?
Posted at 09:51 am by tristeza
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placebo- pròtege moi
C'est le malaise du moment,
L'épidémie qui s'étend,
La fête est finie, on descend,
Les pensées qui glacent la raison.
Paupières baissées, visages gris,
Surgissent les fantômes de notre lit;
On ouvre le loquet de la grille
Du taudis qu'on appelle maison.
Protect me from what I want
Protect me from what I want
Protect me from what I want
Protect me, protect me
Protège-moi, protège-moi
Protège-moi, protège-moi
Protège-moi, protège-moi
Protège-moi, protège-moi
Sommes-nous les jouets du destin
Souviens-toi des moments divins
Planant, éclatés au matin,
Et maintenant nous sommes tout seuls.
Perdus les rêves de s'aimer,
Le temps où on avait rien fait,
Il nous reste toute une vie pour pleurer
Et maintenant nous sommes tout seuls.
Protect me from what I want
Protect me from what I want
Protect me from what I want
Protect me, protect me
Protect me from what I want
(Protège-moi, protège-moi)
Protect me from what I want
(Protège-moi, protège-moi)
Protect me from what I want
(Protège-moi, protège-moi)
Protect me, protect me
Protège-moi, protège-moi
Protège-moi de mes désirs
Protège-moi, protège-moi
Protège-moi, protège-moi
Protect me from what I want
Protect me from what I want
Protect me from what I want
Protect me, protect me
(Protect me) Protect me from what I want
(Protect me) Protect me from what I want
(Protect me) Protect me from what I want
Protect me, protect me
(Protect me) Protect me from what I want
(Protect me) Protect me from what I want
(Protect me) Protect me from what I want
Protect me, protect me
Protège-moi, protège-moi
Posted at 08:22 am by tristeza
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Tuesday, November 30, 2004
"queria escrever, passar para o papel pelo menos um quarto do que se passava dentro de mim, mas não escrevi, fui dar uma volta num dia que podia chover. andei por muitas ruas, vi muitas pessoas que andavam de um lado para o outro sempre a correr na esperança de chegarem primeiro que os outros e por isso se sentirem melhores. não quis ser assim, acostumar-me a este mundo é doloroso, não estava habituado. mas uma coisa vos digo, voçês ainda têm magia neste mundo, e nem se apercebem dela... eu sei que muitas coisas são erradas, eu sei que existe muita injustiça, mas os moradores da terra nunca pensaram que toda essa injustiça provem do mal que fazem á terra, da maneira que a estragam. no lugar mais puro da terra existe paz, verdadeira paz, mas por enquanto o lugar mais puro da terra, pelo menos para mim, continuam a ser os sonhos. continuei a andar sem reparar, não me apeteceu reparar naquela constante competição sem sentido, naquele caos. nos meus pensamentos estou bem, naquele momento os meus pensamentos estavam juntos com a terra, juntos com o mar e juntos comigo. reparei que as ruas são todas iguais, têm todas a mesma estrutura, todas os mesmo edificios, todas as mesmas pessoas com caras diferentes. mas havia uma diferente, havia um que tinha árvores, tinha música e uma estranha paz entrou-me no coração e lavou-me a alma de tudo o que já tinha visto nas outras ruas. nesta rua as pessoas andavam normalmente, com um sorriso na cara, davam esmola aos que necessitavam dela e estes agradeciam com grandes sorrisos na cara. naquela rua não havia falsos sorrisos, naquela rua era tudo bonito. tal como um sonho. senti-me bem, quis olhar para o céu e este estava limpo, eu ainda tinha esperanças que chovesse mas com o céu assim não me parecia possível. mas foi aí que o mundo mostrou como ainda tem as suas raízes na magia dos sonhos, o céu estava limpo, sem nuvens, mas estava a chover e estranhamente as pessoas não começaram a correr, apenas sorriram, sorriram da mesma maneira que eu sorriu quando começa a chover. toda aquela rua estava em harmonia com a chuva. a chuva lavou-me as mágoas, limpou-me a alma, afastou o vazio do meu coração e tirou a escuridão da minha cabeça... o mundo não é um sitio frio e morto. o mundo é mágico, basta saber onde procurar... nos sonhos, naqueles sonhos que se tornam realidade, a realidade do meu coração. senti-me leve, solto, livre de todo o caos que é a vida, senti-me capaz de voar como um anjo, como um pássaro, como uma pessoa limpa. naquele lugar não existia solidão, não existia tristeza, não existia ódio nem raiva pelas outras pessoas, não existia porque não era preciso, a magia da rua chega para todos, a magia da rua chega para todos os que a quiserem sentir. no momento em que pus o meu pé naquela rua perdi a vontade de escrever, perdi todos aqueles maus sentimentos que tinha contra o mundo e especialmente contra mim, quando saí daquela rua, só me apetecia escrever outra vez, mas não tristeza, não ódio nem falhanço... apenas magia e sonhos, o lugar mais puro da terra. afinal, depois de já ter sentido tanto na minha vida, depois de ter passado por toda aquela magia apercebi-me que afinal não sou tão mau como pensava que era, sempre me tinha achado um falhado, sempre me tinha achado uma merda... mas pelo menos eu gosto do que eu escrevo, pelo menos para mim eu consigo criar coisas bonitas, agora quanto ás outras pessoas... talvez quando sonharem também me vejam da maneira bonita que sei ser."
por: Tate
Posted at 02:35 pm by tristeza
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foge comigo, outra vez... e outra...
foge comigo para o fim do mundo. foge comigo para outro mundo. lá seremos felizes.
(desculpem o ultimo post...)
/me on placebo- black eyed
Posted at 06:11 am by tristeza
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Monday, November 29, 2004
acabou. acabou entre droga, alcohol apatia e tristeza. enterrou-se na profunda merda que eu ao longo do tempo me tenho apercebido que sou. perdi a minha alma, está em coma e não tenciona acordar.
estou farto de lutar, estou tão farto de falhar... disisto, não vou continuar aqui feito parvo a lutar, a pensar que finalmente estou a ficar bem para depois cair outra vez. as lágrimas voltaram, o sofrimento voltou, a tristeza está cá outra vez. sempre. já não sou capaz de pensar em dias melhores, esses só existem em sonhos, nunca na realidade. já estou farto de mim, estou farto desta inutilidade, estou tão farto de só servir para uma coisa...
acabou, estou mais morto que nunca, a única coisa que ainda vive foi dormir e não vai acordar. vou ficar em coma à espera que apareça um anjo que me queria da maneira que eu preciso mas que é impossível alguém querer. ontem finalmente percebi porque era esta frustação toda... preciso de alguém para soltar tudo o que tenho cá dentro, porque o que tenho cá dentro quer sair. mas esse alguém não existe, e nunca vai existir... até ao dia em que morrer de vez vou morrendo aos poucos, mais um bocado cada dia... a minha vida acabou.
desculpa, eu sei que não sou o que esperam que eu seja. eu sei que vos desiludi no sábado. eu sei que não presto. voçês estavam à espera de outra coisa, não eu ali parado sem ligar a nada e só a pensar... queres saber em que estava a pensar? estava a pesnsar em mim, estava a pensar nos meus últimos momentos. desculpem disiludir-vos por não lutar mais, mas não sou capaz... desisto, desculpem... não, não tenciono dar um tiro na cabeça ou alguma coisa parecida... vou continuar por cá, mais morto que vivo, à espera que um anjo que me queria de uma maneira que ninguém é capaz me acorde e me diga olá. porque isto tudo já é demais para eu continuar a viver, simplesmente não consigo aguentar mais. os dias depressivos voltaram.
desculpem, a minha vida acabou. podem dizer adeus ao rodrigo que conheciam, ele foi dormir e não quer acordar.
não me interessa as mentiras que dizem, estou farto de falsidades, tou farto de tangas, estou farto de ilusões. vão todos para o caralho! vão-se todos foder... odeio-vos a todos...
Posted at 02:15 am by tristeza
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Saturday, November 27, 2004
eu sei que disse para mim mesmo que nunca mais ia escrever para ti, e pensava que conseguia, e não consegui, já escrevi mais tantas coisas, especialmente poemas (que não tenciono postar) para ti. mas desta é diferente, agora apenas sinto um amor de despedida. despedida de sentimentos, é verdade, isto parece ser mesmo o "adeus" aos sentimentos. acho que tudo o que podia esquecer do que sinto por ti já esquece, agora só resta o que nunca vai sair, o que está cá bem fundo, bem guardado. gostava de poder prometer que nunca mais vou chorar por ti, mas não posso fazer isso, não posso prometer uma coisa que não sei se consigo fazer.
o que eu senti é algo que só se sente uma vez na vida, mesmo que não tenhas consciência disso. foi nos sentimentos que tive por ti que vivi os melhores, e piores, momentos da minha vida. apesar de eu ter sentido algo tão forte, tão mágico, tão bonito passei momentos muito maus, desperdiçei-me o que tinha dentro em mim em sentimentos que não tinham razão, nem amor de volta para continuar.
agora és o meu amor de despedida, aquele que vai ficar sempre cá dentro. os meus sentimentos são como uma carta, uma carta de despedida, que é sempre a mais bonita, mais verdadeira, a mais sentida e a que mais custa a ler, porque doí. há pessoas que mesmo depois de terem encontrado a pessoa certa, não conseguem ficar com ela, para essas pessoas o mundo foi injusto, porque apesar de haver sempre tanta vida pela frente, apesar de todas as razões e lógicas possíveis indicarem que a pessoa certa ainda vai aparecer, apesar de até nos ser possível mentalizar que isso é verdade, há sempre um buraco no coração que diz que isso não é possível, porque a pessoa certa já passou e o mundo não quis que ficassem juntos. não digo que sou a tua pessoa certa, estou apenas a dizer que tu és a minha e por mais estúpido que isto me possa parecer agora eu sei que é verdade. tudo isto é um tipo de amor que só acontece uma vez na vida, porque é mais verdadeiro e mais puro, porque são só sentimentos no seu estado mais natural, porque eu sou sensível demais.
mesmo que não sabias eu de certa maneira vou ser sempre teu, quando tu nunca vais poder ser minha. porque este tipo de amor não desaparece, apenas foge para bem dentro de nós e fica lá, até que a morte chegue. até ao fim da minha vida, que espero não ser longa, vou sempre desejar que tu estivesses comigo, vou sempre desejar que um dia me fosse possível vires a correr para o meu colo, vou sempre desejar que tu um dia me amasses. mas eu sei que isso nunca vai acontecer, por mais que eu queira, por isso não posso ficar agarrado a estes sentimentos até ao dia em que te cases, e eu dê um tiro na cabeça.
isto é um último adeus aos sentimentos, porque de tudo o que eu senti por ti e me foi possível esquecer já está esquecido e estou pronto para ser teu amigo, como tu dizes angelina "a amizade é a forma de amor mais bonito".
Posted at 09:49 am by tristeza
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Friday, November 26, 2004
nothing...
it's just a bullet...
it's just a bullet in my head... deep inside, in my head... just a bullet, nothing more.
/me on sigur rós- vidrarvel
Posted at 10:47 am by tristeza
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Wednesday, November 24, 2004
és bonitas nas manhãs de inverno
és bonita numa manhã de inverno. sento-me e contemplo-me só de olhar os olhos, contento-me só de ouvir a voz. o teum cabelo voa com o vento, mas voa parado sem surpresas apenas com calma. és bonita quando choras, contento-me em abraços de tristeza que te dou. mesmo sem saber, canto para adormeces, tento tocar notas que te entrem nos ouvidos e te ofereçam um bom sonho, um bom momento. tal como tu és para mim, um sonho, e não passas disso. és uma imagem da minha cabeça que não tem nome, mas ouvir a tua voz contenta-me, a tua vida alegra-me. podiamos voar um dia juntos, podiamos pedir a anjo que nos levasse á neve, podiamos pedir a um anjo que nos levasse para uma paisagem silênciosa da qual eu faço parte, sempre fiz, mas não é agora que vou descobrir, isso fica para depois. agora vamos descobrir o meu mundo juntos, a voar, a sonhar. já não quero viver fora dos sonhos, nos sonhos o mundo é tão mágico, tão imagináriamente mágico. não é apatia, é um sonho acordado, é um mundo novo que se cria dentro de cada sonhador. fazes parte da magia dele, fazes parte do que eu tenho preso nos olhos, aquilo que queria tanto soltar e agora já não me preocupo tanto, porque se tiver de sair um dia nesse dia vou voar, mas enquanto não sai eu posso voar na mesma, cá dentro.
és bonitas numa noite de inverno, quando penso no que criei dentro de mim, quando penso que dentro de mim consegui criar algo bonito. tu andas por lá, no meio do mundo bonito que tenho dentro de mim, o mundo que sonha nos meus sonhos. já não quero realidade, tou farto dela, tornou-se dura demais para viver desta maneira, porque não refugiar-me nos sonhos? posso ser feliz neles, mesmo que sozinho. todas manhãs, depois de sonhar junto mais uma árvore ao meu mundo, junto uma árvore porque o meu mundo não é feito de tijolos e cimento, é feito de árvores e música. como tu, foste criada de música e poesia, poesia que só há dentro de mim. não tens nome, não precisas, sabes quando te chamo e vens ter comigo sem te pedir, depois vamos voar, só um bocadinho... o suficiente. talvez sonhar seja o melhor para contrariar o vazio e a confusão que se passa dentro de mim, agora quero acreditar que sim, porque tu és bonitas nas ondas do vento.
agora tenho de acordar, tenho de andar, tenho de criar mais ideias para juntar mais uma árvore ao meu mundo, e mais uma nota daquelas que nunca ninguém ouviu, porque eu gosto que sejam só minhas... agora tenho de andar, vou esperar que apareça um anjo e me leve, porque já nem andar me apetece...
/me on radiohead
Posted at 10:08 am by tristeza
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TRISTEZAeu: nirvana, the doors, sigur rós, ...and you will know us by the trail of dead, pixies, ornatos violeta, toranja, pearl jam, kings of leon, white stripes, belle & sebastian, franz ferdinand, velvet underground, explosions in the sky, godspeed you! black emperor, placebo, the libertines, muse, crass, mudhoney, alice in chains, björk, radiohead, elephant, kill bill, amelie, godbye lenin, equilibrium, apocalipse now, dancer in the dark, ken park, memento, 28 dias depois, may, jrr tolkien, filho de thor, mundo fantastico, marvel, kurt cobain, jim morrison, courtney love, jenifer connely, kim deal, black francis... não! blogs: louka de plantãomy lost wordsC.just angelnastasyalost soullonely gigolosad butterflyperdido em: mim ao som de: radiohead, ornatos violeta e muse
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